Configuração IP via linha de comando

Em situação onde é necessário alterar a configuração IP de muitos servidores ou mesmo estações com endereço IP fixo torna-se mais fácil fazer essas alterações através de um script.

Para isso, montei 7 linhas que configuram o endereço IP, Subnet Mask, Default Gateway, DNS e WINS de desktops Windows XP ou superior e servidores Windows Server 2003 ou superior.

Crie um arquivo batch com as 7 linhas abaixo e execute o arquivo batch para configurar a pilha TCP/IP.

rem ———————————
netsh int ip set address name=”Local Area Connection” static 10.10.10.21 255.0.0.0 10.10.10.10 1
netsh int ip set dns name=”Local Area Connection” static 10.10.10.10
netsh int ip add dns name=”Local Area Connection” 10.10.10.11
netsh int ip set wins name=”Local Area Connection” static 10.10.10.10
netsh int ip add wins name=”Local Area Connection” 10.10.10.11
nbtstat -R
ipconfig /flushdns
rem ———————————

Caso você precise modificar somente os endereços dos servidores DNS e WINS exclua a primeira linha do arquivo batch.

Segue abaixo uma breve explicação de cada parâmetro:

  • A primeira linha é composta do endereço IP, Subnet Mask, Default Gateway e Gateway Metric que deve ser sempre 1.
  • A segunda linha é composta pelo endereço IP do DNS Primário
  • A terceira linha é composta pelo endereço IP do DNS Secundário
  • A quarta linha é composta pelo endereço IP do WINS Primário
  • A quinta linha é composta pelo endereço IP do WINS Secundário
  • As duas últimas linhas limpam os caches NetBIOS e DNS, respectivamente

Importante: Caso o nome da sua placa de rede não seja “Local Area Connection�� você deve alterar o script informando o nome correto da placa de rede entre aspas.

GNS3 0.6.1

Quem trabalha em tecnologias de informação ou quem estuda para adquirir uma certificação Cisco (CCNA/CCNP/CCIE) necessita de saber configurar logicamente essa rede bem como os respectivos activos de rede.

A Cisco é uma das mais importantes marcas de equipamentos de networking e os seus produtos são encarados como do melhor que se pode encontrar no mercado. Routers, switchs, telefones VoIP, PIX/Asa, entre outros, fazem parte da rede perfeita (se for Cisco) de qualquer administrador de redes.

Porém, antes de implementar uma solução, estudar para a certificação ou testar uma configuração, necessitaremos de implementar o nosso diagrama de rede num ambiente onde, de preferência, não façamos estragos.

Actualmente podem fazê-lo de três formas: adquirindo routers Cisco de fim de linha na Internet (solução ainda assim muito cara); comprar um simulador (Boson, Routersim e Packtracer(disponível gratuitamente para alunos das academias)  são os mais frequentes) ou instalar o GNS3 – totalmente grátis!

O GNS3 é um simulador de redes que nos permite criar topologias de rede, emulando para esse efeito, Hardware da nossa escolha. Este programa é, no fundo a junção gráfica de outros projectos:

  • Dynamips, um emulador de IOS que permite correr imagens binárias de sistemas Cisco.
  • Dynagen, um front-end para o Dynamips
  • Pemu, um emulador Pix

Como poderão imaginar, um equipamento Cisco não tem nada a ver com os pequenos “routers” que costumamos ter em casa que, em boa verdade, são Switch com funções básicas de routing. Estes equipamentos Cisco só estão ao alcance de empresas. As configurações destes equipamentos envolvem muito know-how e, como tudo, têm de ter configurações à prova de bala, sobretudo no que respeita a segurança.

Com o GNS3 podemos fazer praticamente tudo o que for possível com Routers, Switch e Pix Cisco. Sublinho acima o termo emulador e não simulador porque esta beleza utiliza mesmo as imagens binárias dos Router Cisco. Estas imagens (IOS) são o sistema operativo dos routers e demais equipamentos desta marca.

Assim, se trabalharmos num local que já possua estes equipamentos, podemos testar uma nova versão do IOS antes do o colocarmos em produção. Se estivermos a estudar, podemos fazê-lo com as últimas versões dos IOS. Cada modelo tem um IOS específico, porém a base e comandos é a mesma em todos. Um pouco na lógica da Microsoft, a Cisco disponibiliza IOS com mais ou menos “features”. O cliente é que decide o que quer.

Como podem perceber, se formos estudantes CCNA ou CCNP este é mesmo o programa ideal na medida em que podemos “estourar” vários equipamentos sem sequer lhes tocar fisicamente!

Tudo isto tem um pequeno custo: processador. Este programa no primeiro arranque de um router coloca-nos o processador nos 100%! No entanto, o GNS3 tem um utilitário chamado “cpuidle” que depois de encontrado o valor (proposto pelo próprio GNS3) nos devolve o processador para valores normais. Porém, tenham atenção que esta é uma aplicação exigente ao nível de recursos que não deve ser usada em máquinas velhinhas da geração de P3 e afins.

Como referi anteriormente, esta aplicação permite-nos fazer mesmo quase tudo o que podemos encontrar num ambiente empresarial. A utilização é francamente fácil e é feita através de drag and drop dos equipamentos para a área de laboratório. Faz-se as ligações, telnet e já está :-)

O GNS3 tem sofrido uma evolução espectacular e têm sido regularmente lançadas novas versões, cada uma francamente mais completa que a anterior!

Podemos instalar este programa em Windows, Linux e MacOSX!

Ahh.. já referi que o programa é grátis? :-)

A única coisa que não é grátis são os IOS da Cisco. Para se ter acesso a estas imagens temos de ser clientes Cisco ou ter imagens na nossa empresa. No entanto isso não será um entrave para quem quer mesmo aprender pois o que não falta por aí são sites onde podemos obter essas imagens.

Creio que o comum dos utilizadores não se entusiasmará muito com este programa, no entanto, para quem trabalha com redes (Cisco) e é entusiasta das Redes, é como ter um carro novo todos os dias!

O que há de novo na versão GNS3 0.6.1?

Veja aqui os melhoramentos e as correcções na aplicação.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows/Linux/MacOSX
Download [win]: GNS3 0.6.1 [11.048MB]
Download [linux]: GNS3 0.6.1 [3.61MB]
Download [mac]: GNS3 0.6.1 [16.00MB]
Download: Documentação e tutoriais em vídeo
Homepage: GNS3

Seja bem-vindo Pearson VUE …. Adeus Prometric ….


De acordo com a nota de Paul Sorensen, à partir de 25 de setembro de 2009, os exames para certificação não serão mais oferecidos pela Prometric. A Oracle e a equipe do programa de certificação está em discussão com um novo parceiro que substituirá a atual provedora dos exames da Oracle, a Prometric. Segundo outras fontes, esta empresa seria a Pearson VUE. No mais, os candidatos serão capazes de se registrarem na Prometric até o dia 13 de setembro de 2009, embora os exames ainda possam ser realizados até o dia 25.


Os candidatos poderão ser registrar através do site da Pearson VUE à partir de do dia 14. Assim que for disponibilizado, convém acessar o link www.pearsonvue.com/oracle e, quanto a questões e dúvidas em geral, recomendo acessar a nota do blog do Programa de certificação da Oracle.

Em meio a este anúncio e, aproveitando este post, foi disponibilizado para download no site da Oracle, o tão aguardado Oracle Database 11g Release 2 para as plataformas Linux x86/Linux x86-64.

Gerando backups lógicos de banco de dados no Linux através de um script Perl …


Antes de mostrar o script em “perl” para geração de backups lógicos do Oracle no Linux, através dos utilitários de exportação fornecidos junto com o banco de dados Oracle, irei repetir o que já foi comentado nos artigos de Outubro/2008 e Dezembro/2008: O desenvolvimento de um plano de backup e recuperação é extremamente importante para um servidor de banco de dados. É lógico que, dependendo do caso, um plano adequado de backup e recuperação não tem que ser necessariamente o mais elaborado e complexo … na verdade, ele precisa ser aquele que irá servir melhor às necessidades de cada negócio. Em geral os tipos de backups dos bancos de dados Oracle se classificam em três categorias simples:


* Backup do sistem operacional (OS)
* Backups gerenciados pelo RMAN (Recovery Manager)
* Backups lógicos

Em resumo, cada tipo de método de backup tem suas próprias vantagens e desvantagens. O processo de criação de uma boa estratégia de backup e recuperação envolve a avaliação dos méritos e problemas desses diferentes tipos de backups, e sua combinação conforme a necessidade para criar um nível aceitável de proteção efetivo.


Vale a pena salientar que o utilitário de exportação não pode ser considerado como uma ferramenta para criação de um método efetivo de backup. Eu diria que ele possibilita um backup lógico, pelo fato de que não é possível aplicar um histórico de redo log nos objetos importados provenientes de um arquivo de exportação. Um backup lógico de um banco de dados envolve a leitura de um conjunto de registros do banco de dados e a gravação destes em um arquivo. Esses registros são lidos independentes das suas localizações físicas. Acredito que uma estratégia robusta de backup possa incluir tanto backups físicos como lógicos. Em geral, bancos de dados de produção contam com backups físicos como seu principal método de backup e backups lógicos servem como um método secundário. Por outro lado, para bancos de dados de desenvolvimento e para pequenos processamentos de movimentação de dados, os backups lógicos podem ser uma solução aceitável e viável.


Portanto, os arquivos dumps gerados pelo utilitário de exportação podem ser utilizados como um recurso complementar ao backup físico de banco de dados para proteção contra erros de usuário. Por exemplo, um backup lógico pode ser útil quando um usuário elimina ou trunca uma tabela acidentalmente ou quando o DBA precisa restaurar uma tabela que apresente erros lógicos, ou uma operação qualquer que tenha afetado somente um subconjunto do banco de dados. Neste caso, um dump de exportação atualizado seria uma alternativa mais rápida e menos traumática do que realizar uma recuperação incompleta de banco de dados, seja ela gerenciada pelo usuário ou através do recovery manager (RMAN). Em todo caso, e dependendo do cenário, isso dependerá muito da versão Oracle utilizada pelo fato de a partir do Oracle 10g, nós já termos a proteção da lixeira (recyclebin) para segmentos que foram dropados e inclusive recursos da tecnologia flashback.


No mais, abaixo existem dois scripts escritos em “perl” que realizam o backup lógico (FULL export) do banco de dados. Eu digo dois porque, o primeiro, faz uso do utilitário de exportação tradicional (exp) para uso no caso de versões Oracle anteriores ao Oracle 10g e, o segundo, faz uso do utilitário Export Data Pump (expdp) para uso nas versões à partir do Oracle 10g.


Em resumo, o script irá gerar o arquivo dump de exportação, compactá-lo através de um utilitário fornecido pelo sistema operacional, renomeá-lo com informações de data, hora e minuto de criação e, por fim, realizar a exclusão de arquivos dump de exportação (compactados) antigos, ou seja, somente os 20 últimos arquivos gerados serão mantidos. Utilizarei o “cron” do linux para agendar a execução diária do script, como demonstrarei mais abaixo:

-- Verificando se o pacote perl está instalado
[root@linux ~]# rpm -q perl
perl-5.8.8-10.el5_0.2
Afim de não expor a senha do usuário DBA de banco de dados SYSTEM no script, irei criar como demonstrado abaixo, um usuário de banco de dados com os privilégios necessários para a realização da exportação FULL.

SQL> create user adm identified by adm
  2  default tablespace users
  3  quota unlimited on users;

Usuário criado.

SQL> grant create session,create table,exp_full_database to adm;

Concessão bem-sucedida.
Vale a pena salientar que o privilégio de sistema “create table” concedido ao usuário ADM se faz necessário para uso do utilitário Export Data Pump. A única configuração necessária para se realizar no script será o de informar, através da variável $destinoBackup, o local onde deverão ser gerados os backups lógicos do banco de dados. Para quem for utilizar o Export Data Pump (expdp), esta variável deverá ter o mesmo caminho que foi definido no objeto “directory“.

-- Script para uso do utilitário exp
#!/usr/bin/perl -w
$destinoBackup = '/backup/oracle/exp';
opendir($destinoBackup,'.') || die "O diretorio de backup($destinoBackup) não existe";
print "Iniciando backup lógico...\n";
system("su - oracle -c \"exp adm/adm file=$destinoBackup/bkpfull.dmp full=y\"");
print "Compactando backup...\n";
system("gzip $destinoBackup/bkpfull.dmp");
@time = localtime(time);
$dataHora = (1900+$time[5])."\-".($time[4]+1)."\-$time[3]_$time[2]-$time[1]h";
system("mv $destinoBackup/bkpfull.dmp.gz $destinoBackup/bkpfull_$dataHora.dmp.gz");
system("find $destinoBackup -mtime +20 -name \"*.dmp.gz\" -exec rm {} ".'\;');
Para uso do Export Data Pump, irei criar o objeto “directory” como demonstrado abaixo:

SQL> create directory exp_dir as '/backup/oracle/expdp';

Diretório criado.

SQL> grant read,write on directory exp_dir to adm;

Concessão bem-sucedida.

-- Script para uso do utilitário expdp
#!/usr/bin/perl -w
$destinoBackup = '/backup/oracle/expdp';
opendir($destinoBackup,'.') || die "O diretorio de backup($destinoBackup) não existe";
print "Iniciando backup lógico...\n";
system("su - oracle -c \"expdp adm/adm directory=exp_dir dumpfile=bkpfull.dmp full=y\"");
print "Compactando backup...\n";
system("gzip $destinoBackup/bkpfull.dmp");
@time = localtime(time);
$dataHora = (1900+$time[5])."\-".($time[4]+1)."\-$time[3]_$time[2]-$time[1]h";
system("mv $destinoBackup/bkpfull.dmp.gz $destinoBackup/bkpfull_$dataHora.dmp.gz");
system("find $destinoBackup -mtime +20 -name \"*.dmp.gz\" -exec rm {} ".'\;');
Independente do utilitário de exportação escolhido, irei mover o script de backup para o diretório /usr/bin e criar uma entrada no “crontab” de forma a agendar a execução do mesmo como, por exemplo, todos os dias às 22:00. Se porventura ocorrer de algum usuário vir a utilizar o banco de dados durante o horário de realização do backup, então seria prudente adicionar a cláusula CONSISTENT=Y ao comando do utilitário de exportação tradicional (exp).

[root@linux ~]# cd /usr/bin
[root@linux ~]# ls -l bkpora
-rwxr-xr-x 1 oracle dba 651 Set 15 08:20 bkpora

[root@linux ~]# crontab -l
00 22 * * * bkpora
Abaixo está um exemplo de execução do script na qual utilizei o Export Data Pump como utilitário de exportação:

[root@linux ~]# ./bkpora
Iniciando backup lógico...

Export: Release 10.2.0.1.0 - Production on Terça-Feira, 15 Setembro, 2009 08:25:57

Copyright (c) 2003, 2005, Oracle.  All rights reserved.

Conectado a: Oracle Database 10g Express Edition Release 10.2.0.1.0 - Production
Iniciando "ADM"."SYS_EXPORT_FULL_01":  adm/******** directory=exp_dir
dumpfile=bkpfull.dmp full=y
Estimativa em andamento com o método BLOCKS...
Processando o tipo de objeto DATABASE_EXPORT/SCHEMA/TABLE/TABLE_DATA
Estimativa total usando o método de BLOCKS: 29.93 MB
Processando o tipo de objeto DATABASE_EXPORT/TABLESPACE
Processando o tipo de objeto DATABASE_EXPORT/SYS_USER/USER
Processando o tipo de objeto DATABASE_EXPORT/SCHEMA/USER
Processando o tipo de objeto DATABASE_EXPORT/ROLE
.
.
.
Conjunto de arquivos de dump para ADM.SYS_EXPORT_FULL_01 é:
  /backup/oracle/expdp/bkpfull.dmp
O job "ADM"."SYS_EXPORT_FULL_01" foi concluído com sucesso em 08:28:16

Compactando backup...
[root@linux ~]#

prod-web:~ # cd /backup/oracle/expdp
prod-web:/backup/oracle/expdp # ls -lh
total 13M
drwxr-xr-x  2 oracle oinstall 4,0K 2009-09-15 08:10 .
drwxr-xr-x  9 oracle oinstall 4,0K 2009-09-15 08:09 ..
-rw-r-----  1 oracle dba       13M 2009-09-15 08:28 bkpfull_2009-9-15_08-28h.dmp.gz
-rw-r--r--  1 oracle dba       23K 2009-08-26 08:28 export.log
No mais, ao longo dos dias, será possível visualizar os arquivos gerados como demonstrado no exemplo abaixo, mas, sempre que for possível eu recomendaria movê-los para um local seguro.

[root@linux ~]# ls -lhatr
total 3,8G
drwxr-xr-x 4 root   root 4,0K Mai 27 22:05 ..
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Jul 31 22:05 bkpfull_2009-7-31_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago  1 22:05 bkpfull_2009-8-1_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago  2 22:05 bkpfull_2009-8-2_22-7h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago  3 22:04 bkpfull_2009-8-3_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago  4 22:05 bkpfull_2009-8-4_22-7h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago  5 22:05 bkpfull_2009-8-5_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago  6 22:04 bkpfull_2009-8-6_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago  7 22:05 bkpfull_2009-8-7_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago  8 22:05 bkpfull_2009-8-8_22-7h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago  9 22:05 bkpfull_2009-8-9_22-7h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  183M Ago 10 22:05 bkpfull_2009-8-10_22-7h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  183M Ago 11 22:05 bkpfull_2009-8-11_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago 12 22:05 bkpfull_2009-8-12_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago 13 22:05 bkpfull_2009-8-13_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago 14 22:05 bkpfull_2009-8-14_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago 15 22:05 bkpfull_2009-8-15_22-7h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago 16 22:05 bkpfull_2009-8-16_22-7h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago 17 22:05 bkpfull_2009-8-17_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago 18 22:05 bkpfull_2009-8-18_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  182M Ago 19 22:05 bkpfull_2009-8-19_22-6h.dmp.gz
-rw-r--r-- 1 oracle dba  183M Ago 20 22:05 bkpfull_2009-8-20_22-6h.dmp.gz

Fonte http://eduardolegatti.blogspot.com/

Oracle Instantclient + PHP + Fedora 6 (Zod)

Opa,
Após alguns dias parado, estou de volta para mais uma dica técnica, essa é sobre como instalar o Oracle Instantclient + PHP no Fedora 6 (Zod), segue abaixo o processo:Primeiro faça o download do Instantclient no site da Oracle através desse link, eu escolhi o Instantclient Basic Version 10.2.0.4 (oracle-instantclient-basic-10.2.0.4-1.i386.rpm). Depois faça a instalação utilizando o comando abaixo:
# rpm -Uvh oracle-instantclient-basic-10.2.0.4-1.i386.rpm

Realizada a instalação é necessário criar o profile para carregar as variáveis de ambiente do Oracle, crie o arquivo oracle.sh com o conteúdo abaixo:
# vim /etc/profile.d/oracle.sh

# Oracle variables
export ORACLE_HOME=/usr/lib/oracle/10.2.0.4/client
export LD_LIBRARY_PATH=$ORACLE_HOME/lib
export TNS_ADMIN=$ORACLE_HOME/network/admin

Ajuste as permissões do arquivo com o comando abaixo:
# chmod 755 /etc/profile.d/oracle.sh

Agora precisamos instalar o pacote php-oci8, mas para isso é necessário adicionar o repositório remi através dos comandos abaixo (Fedora 6):
# wget http://rpms.famillecollet.com/remi-release-6.rpm
# rpm -Uvh remi-release-6.rpm

Agora instalamos o php-oci8 com o comando abaixo:
# yum –enable remi install php-oci8

Agora precisamos criar o tnsnames.ora:
# mkdir -p /usr/lib/oracle/10.2.0.4/client/network/admin
# vim /usr/lib/oracle/10.2.0.4/client/network/admin/tnsnames.ora

NOME_BANCO =
(DESCRIPTION =
(ADDRESS_LIST =
(ADDRESS = (PROTOCOL = TCP)(HOST = NOME_OU_IP_HOST)(PORT = 1521))
)
(CONNECT_DATA =
(SID = NOME_SID)
)
)

Feito isso reinicie o apache com o comando:
# /etc/init.d/httpd restart

E pronto, já deve estar funcionando seu PHP com suporte a Oracle no Fedora 6.

Fonte: http://www.nerdgirl.dk/linux/fc4/oracle_instant_client.php

Como impedir múltiplos logons em uma rede com Active Directory

Como impedir múltiplos logons em uma rede com Active Directory

  1. Introdução

O processo que vamos descrever aborda como impedir que o usuário possa se logar em mais de uma estação de trabalho com o mesmo login de rede do domínio.

Não se trata do recurso do Active Directory (Fig1) onde podemos limitar o login a uma ou mais estações, pois nesse caso o bloqueio fica limitado a uma lista pré-definida de máquinas (Fig2). A grande desvantagem é que caso seja necessária a troca de máquinas, geraria trabalho manual para o administrador de rede, que teria que alterar a lista a cada vez que isso acontecesse.

unicologon1.JPG

Fig1 – Propriedade de Account do Active Directory

unicologon2.JPG
Fig2 – Lista com computadores

Esse documento tem como finalidade explicar como limitar mais de um login em qualquer máquina da rede de forma automática, não havendo necessidade de associar determinada máquina a um usuário específico. Para isso vamos utilizar o Active Directory, GPOs (Group Policiy Objects), Scripts de Logon e Logoff e banco de dados SQL Express.

  1. Pré-requisitos
  • Active Directory com domínio previamente configurado
  • Estações Windows 2000 ou superior
  • SQL Express (ferramenta gratuita, podendo ser instalada no mesmo servidor que hospeda o Active Directory. Em nosso exemplo trabalhamos com a versão 2005)
  • GPMC (Group Policy Management Console – ferramenta gratuita para edição de políticas de grupo)
  1. Scripts de Logon, Logoff e SQL

Para baixar os scripts de Logon, Logoff e SQL, clique no link abaixo. Os scripts estão comentados para facilitar o entendimento.

Scripts.Zip

Nos scripts login.vbs e logoff.vbs, onde aparece a string de conexão com o banco de dados, será preciso trocar os *** pelos dados reais de seu ambiente.

String de Conexão

“Provider=SQLOLEDB.1; Password=***;Persist Security Info=True;User ID=***;Initial Catalog=LOGON;Data Source=***”

User ID = Usuário com permissão no banco de dados

Password = Senha do usuário configurado no campo User ID
Data Source = Nome do servidor ( Geralmente MAQUINA\SQLEXPRESS onde MAQUINA é o nome do servidor onde foi instalado o SQL Express )

  1. Compartilhando os Scripts

Vamos trabalhar com dois vbscripts, um de Logon e outro de Logoff. Eles devem ficar em um local da rede que o usuário tenha acesso de execução, para isso sugerimos manter o padrão do Active Directory e utilizar o NETLOGON para esse fim.

unicologon3.JPG

  1. Criação das GPOs

Vamos iniciar pela criação das GPOs com os scripts de Logon e Logoff. Para realizar este procedimento iremos utilizar o console de edição de políticas GPMC (Group Policy Management Console).

1 – Vamos abrir o GPMC para criarmos e editarmos nossa policie de scripts de logon e logoff. Clique em start > run > e digite “gpmc.msc” (sem as aspas)

2 – Vamos escolher em qual Unidade Organizacional vamos linkar a policy, clicamos com o botão direito em cima dela e selecionamos a opção Create and Link a GPO Here…”

unicologon4.JPG

3 – Com o editor de policies aberto vamos expandir: User Configuration > Windows Settings > selecionar Scripts (Logon/Logoff)

unicologon5.JPG

4 – Vamos iniciar dando um duplo clique em Logon. A janela de configuração irá se abrir e vamos clicar em Add e passar o caminho do compartilhamento criado no NETLOGON, no nosso exemplo \\SC-0000001\NETLOGON\LogonUnico\Login.vbs

unicologon6.JPG

unicologon7.JPG

5 – Vamos agora abrir o Logoff e fazer o mesmo procedimento, só que agora buscando o script de logoff no mesmo compartilhamento \\SC-0000001\NETLOGON\LogonUnico\Logoff.vbs

unicologon8.JPG

6 – Pronto, a política já está criada. Podemos forçar sua execução com o comando “gpupdate /force”.

  1. SQL Express

 O controle dos usuários logados é feito através de um registro incluído no banco de dados assim que ele efetua o logon (login.vbs).
Será necessário:

- Instalar o SQL Express

- Criar um banco de dados e nomeá-lo como LOGON

- Criar a tabela USUARIOS ( LogonUnico.sql )

Banco e ferramentas de administração podem ser encontrados nos links abaixo:

  1. Resolução de problemas

O único problema encontrado foi nas sessões de terminal services. Quando há queda ou congelamento da sessão não é executado o logoff que por sua vez não limpa o registro do usuário na base.

Para limpar o registro manualmente execute no SQL um dos seguintes comandos:

/* DELETANDO REGISTRO POR USUARIO */

DECLARE @USUARIO VARCHAR(30)

SET @USUARIO = ‘USUARIO’ — COLOQUE O NOME DO USUARIO AQUI

DELETE FROM DBO.USUARIOS WHERE USUARIO = @USUARIO

/* DELETANDO REGISTRO POR MAQUINA */

DECLARE @MAQUINA VARCHAR(30)

SET @MAQUINA = ‘MAQUINA’ — COLOQUE O NOME DA MAQUINA AQUI

DELETE FROM DBO.USUARIOS WHERE MAQUINA = @MAQUINA

/* DELETANDO TODOS OS REGISTROS */

DELETE FROM DBO.USUARIOS

  1. Conclusão

O procedimento adotado nesse documento é uma alternativa simples aos softwares de mercado, pagos ou não, como LimitLogin da própria Microsoft. Não existe ferramenta de monitoria, ficando a manutenção e melhoria do processo por conta de cada administrador.

Teste do SQL Server disponível na TechNet

Teste do SQL Server disponível na TechNet

SÃO PAULO – A Microsoft disponibilizou o preview de alguns módulos da nova versão de seu servidor de banco de dados, o SQL Server 2008 R2.

Desenvolvedores cadastrados nas comunidades de desenvolvedores MSDN e TechNet poderão baixar o código e realizar testes de estabilidade e se adaptar aos novos recursos.

Segundo o comunicado postado em um dos blogs da empresa, a nova versão da ferramenta vai permitir que usuários finais possam gerar consultas e relatórios sem que seja necessária a intervenção constante dos administradores do banco.

O Gemini Project, desenvolvido para atuar integrado ao Microsoft SharePoint Server e Excel, permite que o banco de dados mantenha seu foco em “business intelligence” e a flexibilidade para geração de análises.

Entre os módulos disponíveis está a aplicação que permite o gerenciamento de múltiplos servidores, a escala SMP (multi-processamento simétrico) que permite até 256 processadores lógicos e um gerador de relatórios com suporte para visualização geoespacial.

O preview tecnológico para a comunidade (CTP) deve ser dividido em várias fases. O comunicado ainda informa que mais partes da ferramenta estarão disponíveis nas próximas semanas, incluindo add-ins para o Excel e SharePoint.

11 meses de Linux Integration Components (IC) para Hyper-V

ms_suse

O Linux Integration Components para Hyper-V já está disponível para download no site do Connect (http://connect.microsoft.com). Esse é um dos resultados do acordo entre Novell e Microsoft de Interoperabilidade entre Windows Server e Novell Suse Linux.

Com este componente ja é possivel criar máquinas virtuais Novell Suse Linux em servidores Microsoft Windows Server 2008 com Hyper-V e também no Microsoft Hyper-V Server.

Sistemas Operacionais suportados

  • Novell Suse Linux Enterprise Server 10 SP2 x86
  • Novell Suse Linux Enterprise Server 10 SP2 x64

Um dos principais benefícios é a capacidade das máquinas virtuais Linux poderem utilizar adaptadores de rede (NIC) e de adaptadores de armazenamento (SCSI) sintéticos (synthetic devices) através  do VMBus.

Instruções de instalação !

  1. Baixe o IC através do site connect.microsoft.com
  2. Copie o arquivo LinuxIC.iso para o servidor Host Hyper-V
  3. Crie uma máquina virtual Novell Suse Linux (versões suportadas acima) através da console Hyper-V Manager utilizando um arquivo ISO ou DC/DVD (Dica : utilizando ISO é praticamente 50% mais rápido comparado a um CD/DVD!)
  4. No setup de instalação marque as opções “C/C++ Compiler and Tools” e “Xen Virtual Machine Host Server”
  5. Após a instalação, monte o CD/DVD/ISO e instale o pacote “kernel-xen”  através do Gnome Terminal # rpm -ivh /mht/cdrom/suse/x86_64/kernel-xen-2.6.16.60-0.21.x64_64.rpm (este pacote é necessário).
  6. Monte o arquivo LinuxIC.ISO na máquina virtual e copie o conteúdo para uma pasta temporária por exemplo
    1. # mkdir /opt/linux_ic
    2. # cp /mnt/cdrom/* /opt/linux_ic -R
  7. Agora instale o adaptador hypercall dentro da vm através do seguinte comando:
    1. # /opt/linux_ic/setup.pl x2v /boot/grub/menu.lst
  8. Reinicie a máquina virtual
  9. Após o reinício os drivers sintéticos para placa de rede e de armazenamento já podem ser instalados utilizando o seguinte comando:
    1. # /opt/linux_ic/setup.pl drivers (aguarde, poderá demorar alguns minutos)
  10. Agora você já pode adicionar dispositivos sintéticos ao invés de utilizar Legacy Devices. No caso das placas de rede (ifconfig) ao invés de “eth0,eth1…” será mostrado “seth0, seth1…”, mas é claro que a mudança não é só na visualização
  11. Para adicioná-las utilize a interface Yast e selecione Network Cards supondo que já tenha sido adicionado a placa de rede na VM na console do Hyper-V.
  12. Pronto !!! Agora é usufluir da nova performance adquirida pela máquina virtual Novell Suse Linux no Hyper-V.

Identifique seu Active Directory!

Se você quer saber qual a versão do seu Active Directory basta você saber qual versão do Schema. A versão do Schema determina qual a versão do sistema operacional do seu Domain Controller mais atualizado. Esse valor é alterado somente quando a Floresta é preparada através do comando “Adprep /Forestprep”, largamente utilizado na preparação e atualização de um Domínio do Active Directory de uma versão inferior para uma versão mais atualizada (Por exemplo : Active Directory 2003 R2 para Active Directory 2008).

O significado das versões

Podem existir cenários onde há mais do que um Domain Controller com versões de sistema operacional diferentes respondendo pelo mesmo domínio; um executando o Windows 2000 Server e outro Windows Server 2003. Neste caso, apesar de ter um DC Windows 2000 como Domain Controller a versão do schema será 31, que corresponde à versão do Domain Controller com o sistema operacional mais atualizado, neste caso o Windows Server 2003.

A tabela abaixo ilustra os valores do Schema e o sistema operacional relacionado.

Versão do Schema Sistema Operacional
13 Microsoft Windows 2000
30 Microsoft Windows Server 2003 e/ou Windows Server 2003 SP1
31 Microsoft Windows Server 2003 R2
44 Microsoft Windows Server 2008

 

Três maneiras para identificar a versão de seu AD

1 – Através do Registry

Acesse HKLM\System\CurrentControlSet\Services\NTDS\Parameters, localize o valor Schema Version, mude para Decimal e observe o valor.

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2 – Através do ADSIEDIT.MSC

Instale o Support Tools (http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=96a35011-fd83-419d-939b-9a772ea2df90&DisplayLang=en) e execute o programa ADSIEDIT.MSC. Expanda CN=Schema,CN=Configuration, e clique com o botão direito. Na Aba Attribute Editor, localize atributo ObjectVersion e observe o valor na coluna Value.

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3 – Através do utilitário C:\Windows\System32\schupgr.exe

Acesse a pasta “C:\Windows\System32” de qualquer Domain Controller e simplesmente execute o programa SCHUPGR.EXE. Será listado na tela o valor atual do Schema, no nosso exemplo o valor 31 na linha Current Schema Version o que significa que estamos executando um Domain Controller com o Windows Server 2003 R2.

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Fonte technet brasil

Implementando Políticas de Contas e Senhas

Autenticação é a primeira defesa contra invasores. Uma fraca política de autenticação invalida todas as outras barreiras de segurança implementadas como firewalls, criptografia e etc.

Para se defender contra esta vulnerabilidade uma forte política de autenticação deve ser implementada utilizando os seguintes meios:

- Group Policy
- Campanhas Educacionais



Solução

Implementando políticas de senhas

No Domain Controller:

  1. Ir em StartPrograms / Administrative Tools e clicar em Domain Security Policy.
  2. Na tela Default Domain Security Settings expanda Account Policies e clique em Password Policy.


  3. Configure as seguintes policies:

    - Enforce password history = 10
    Esta configuração determina o número de novas senhas associadas à conta de usuário antes de uma senha antiga ser reaproveitada.
    Esta configuração garante que senhas antigas não sejam utilizadas repetidamente.

    - Maximum password age = 30
    Esta configuração determina o período de tempo (em dias) que a senha pode ser utilizada antes do sistema solicitar para o usuário alterá-la.

    - Minimum password age = 1
    Esta configuração determina o período de tempo (em dias) que a senha necessita ser utilizada antes do usuário poder alterá-la.

    - Minimum password Lenght = 8
    Esta configuração determina o número mínimo de caracteres utilizado para compor a senha do usuário.

    - Password must meet complexity requirements = Enable
    Esta configuração determina que a senha tenha os seguintes requisitos:

    - Não contenha porção significante da conta de usuário ou do nome do usuário;
    - A senha deverá possuir no mínimo 6 caracteres;
    - A senha deverá possuir caracteres de 3 das 4 categorias abaixo:
    - Caracter maiúsculo (A – Z)
    - Caracter minúsculo (a – z)
    - Caracter numérico (0 – 9)
    - Caracter especial (por exemplo !,$,#,%)

Implementando políticas de bloqueio de contas


No Domain Controller:

  1. Ir em StartPrograms / Administrative Tools e clicar em Domain Security Policy.
  2. Na tela Default Domain Security Settings expanda Account Policies e clique em Account Lockout Policy.


  3. Configure as seguintes policies:.

    - Account lockout duration = 10
    Esta configuração determina o número de minutos que a conta permanecerá bloqueada antes de ser desbloqueada automaticamente.

    OBS: O valor de account lockout duration deve ser maior ou igual ao valor da configuração de reset time.

    - Account lockout threshold = 15
    Esta configuração determina o número de tentativas inválidas de logon para que a conta seja bloqueada.

    - Reset account lockout counter after = 10
    Esta configuração determina o número de minutos passados após um logon inválido para que o contador de logon inválidos seja resetado para 0.

    OBS: O valor do reset account deve ser menor ou igual ao valor da configuração do account lockout.

    OBS: Políticas de bloqueio de contas não aumentam significantemente a segurança da rede e podem acarretar aumento de custos de suporte se forem muito restritivas.
    Um problema com a política de bloqueio de contas é gerar insumos para um ataque do tipo Denial-of-Service.

Campanha Educacionais

Considero ser o fator primordial para que tenhamos sucesso em manter um ambiente seguro. Forneça informações aos seus usuários, explique o porque, busque alianças departamentais para difundir as instruções e melhores práticas utilizando filmes, folders e outras variedades de materiais de marketing.

Conclusão

Neste tutorial mostramos como implementar uma política de contas e senhas.

Observação Importante: As políticas implementadas neste tutorial aplica-se a todo o domínio. Antes de implementar uma política avalie as necessidades corporativas.

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